sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Zombies everywhere

Fonte: http://www.2016auditions.com/wp-content/uploads/2013/10/The_Walking_Dead_Bicycle-_Girl.jpg



Já é do vosso conhecimento que adoro The Walking Dead e que todo aquele universo apocalítico me fascina. (Meu deus... Sim, se quiserem podem desabafar acerca do 7x1... Foi, no mínimo, angustiantemente genial!!!) Assim, decidi fazer uma versão da música Zombie, da banda The Cranberries. Espero que gostem!! Feliz Halloween!! 🕷 🕷 🕷 🕷



P.s. Desculpem os erros, os resquícios da minha constipação e a falta de jeito para as decorações de Halloween =D


🕷 







Susana Ferreira. 



quarta-feira, 26 de outubro de 2016

«Welcome to Night Vale»

Fonte: http://is3.mzstatic.com/image/thumb/Music71/v4/ee/8b/2f/ee8b2f3e-5546-e2c1-435f-73a933272b3d/source/600x600bb.jpg


Welcome to Night Vale trata-se de um podcast com ideia original de Joseph Fink e Jeffrey Cranor, dividido em episódios.

Num programa de rádio, o locutor, Cecil Palmer, dá-nos a conhecer os episódios assustadores que ocorrem naquela cidade perdida no deserto americano.

Os acontecimentos que se mesclam com o quotidiano dos cidadãos envolvem fantasmas, anjos, alienígenas e agências governamentais misteriosas. 


Em outubro de 2013, a equipa de atores que dão voz às personagens de cada episódio começou a apresentar-se ao vivo, dentre eles:

  • Mara Wilson como "Senhora Sem Face Que Vive Secretamente Na Tua Casa";
  • Jasika Nicole como a Estaginária Dana;
  • Jackson Publick como Hiram McDaniels, um dragão de cinco cabeças;
  • Dylan Marron como Carlos, o Cientista;
  • Symphony Sanders como Tamyka Flynn, uma criança anarquista;
  • (o próprio) Joseph Fink como o estagiário Joseph Fink. 



Este ano, um livro com o mesmo nome introduz o enredo de Night Vale e apresenta uma história principal inédita. 

(O livro está disponível na Fnac, aqui:

Fonte: https://geekdad.com/wp-content/uploads/2015/10/Night-Vale-Final-UK-cover.jpg



De forma a criarem o ambiente para a noite de Halloween que se aproxima, deixo-vos a reprodução do bizarro episódio 26, onde a minha voz substitui a do locutor Cecil Palmer. (Peço desculpa por alguma(s) incorreção(ões)).






Os interessados podem encontrar o conjunto de episódios em inglês, aqui: http://www.welcometonightvale.com/welcome-to-night-vale/ e aqui: http://nightvaleportugues.tumblr.com/post/70570004802/epis%C3%B3dio-1-piloto em português, bem como a respetiva tradução escrita. 


Escrito por Mariana Pinto

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Halloween, de onde vens tu?


Cá por casa achamos uma certa piada ao Halloween, mas não somos adeptos fervorosos. Na verdade, colocamos uma ou outra decoração, vemos um filme, no entanto, não saímos à rua para assustar ninguém. Se morássemos nos Estados Unidos, provavelmente seria diferente, até porque acho imensa piada aos grupos de garotos a correr de porta em porta, todos mascarados, a pedir "doces ou travessuras". 




Afinal, qual a origem desta celebração assustadora?

Contrariamente ao que se possa pensar, não começou nos Estados Unidos, país onde mais visibilidade ganhou.

Inicialmente tratava-se de um festival do calendário celta da Irlanda (Festival de Samhain), que acontecia entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, assinalando o final do verão. Não envolvia a atmosfera assustadora que detém hoje, apesar de nesta altura se comemorar também "a festa dos mortos". Os Celtas, que viveram nas ilhas britânicas entre 600 a.C e 800 d. C., acreditavam que os mortos voltavam, nesse período, de volta à Terra para se comunicarem com os entes queridos. O contacto acontecia através de sacerdotes e tinha como objetivo auxiliar os familiares na sua vida. Era usual que se acendessem velas dentro de nabos para afastar os maus espíritos. 

Mais tarde, com a invasão dos Romanos, as tradições celtas foram perdendo força. Esta festa assumiu uma vertente católica quando o Vaticano instituiu a "Festa de Todos os Santos", que passou a ser comemorada a 1 de novembro. Como se tratava de festa importante, passou também a ter uma celebração vespertina, ou seja, na noite anterior. Em inglês, essa vigília era denominada de "All Hallow´s Eve" (Vigília de Todos os Santos), termo que culminou na palavra "Halloween". 

O hábito de miúdos e graúdos se mascararem com fatos assustadores também não teve origem na América, mas sim, bem pertinho de nós, em França. Corriam os séculos XIV e XV e a Europa era assolada pela temível Peste Negra. O medo da morte pairava por todo o lado e começou a ser representado, especialmente na altura em que se celebrizava a "Festa dos Fiéis Defuntos". Pinturas, danças macabras e fatos pavorosos recordavam aos vivos a inevitabilidade da morte. 



A expressão "doce ou travessuras" parece ter surgido algures na Inglaterra a partir da tradição que levava as crianças a correrem de casa em casa, pedindo bolos em troca de uma oração pelos familiares já falecidos dos donos das casas. Com a perseguição dos católicos pelos protestantes, entre 1500-1700, estes iam às casas de católicos pedir pastéis e cervejas e dizendo-lhes "trick or treat". 

E as abóboras, perguntam vocês? O recurso as abóboras decoradas e iluminadas decorre do costume celta de se usarem nabos iluminados para afastarem os maus espíritos. Pelo facto de as abóboras serem mais abundantes, elas substituíram os nabos. Posteriormente as abóboras passaram a associar-se à lenda de Jack O´Lantern que vos convido a ler aqui: http://www.portalcomunicare.com.br/a-lenda-de-jack-o-lantern-o-rosto-esculpido-nas-aboboras-de-halloween/



Sendo os Estados Unidos uma terra fortemente colonizada e com grandes comunidades imigrantes, todos estes costumes associados ao dia dos Fiéis Defuntos foram sendo importados e enraizaram-se na cultura do país. De tal forma que hoje são os próprios Estados Unidos a exportar esta manifestação cultural.


Escrito por Lina Soares do blog Trinta por uma linha 

http://trintaporumalinhanoticias.blogspot.pt/

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Ewww! Que nojo!





Nunca fui daquelas pessoas que, por qualquer partícula de pó, desata a ir lavar as mãos ou a soltar o típico ''Eww! Que nojo!''. Todavia, sinto que, ultimamente, o sabonete, as toalhitas e a abençoada água, são os meus melhores aliados. Sou pouco tolerante à nojice e há, de facto, coisas que me irritam cada vez mais!


1. O ''atchiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!!!!!!''. Todos nós espirramos, eu sei. No entanto, será que é necessário dar um espirro tão alto que os vossos perdigotos têm de tocar na minha pele?? Por favor, coloquem o braço à frente da boca e afastem-se das pessoas que têm por perto. Começo logo a suar, quando espirram sem qualquer cuidado. Aliás, chego mesmo a ter a urgência de me enfiar numa banheira de álcool. 


2. Boca: o depósito predileto. Certo dia, houve alguém que colocou um cartão na boca (porque quando as mãos estão ocupadas, a boca é a nossa terceira extremidade) e depois quis dar-mo. O meu semblante transpareceu repugnância. Esse alguém decidiu, portanto, que seria de bom tom limpar o cartão à camisola, antes de fazê-lo chegar às minhas mãos. N-Ã-O! Somos criaturas racionais! Por que motivo falhamos nestas aprendizagens básicas?? UMA COISA É A NOSSA BABA! OUTRA COISA É A BABA DOS OUTROS. Nem todos os fluidos precisam de ser trocados. Só se, eventualmente, alcançarmos um certo grau de intimidade! 



3. Coisas languinhentas. Peixes acabados de amanhar, carnes acabadas de golpear, queijos amanteigados, óleo de atum, enfim... Se um espirro me dá vontade de ir para uma banheira de álcool, coisas languinhentas dão-me vontade de mergulhar num rio de desinfetante. O que me incomoda ainda mais é o facto de as pessoas se estarem a marimbar para um peixe a escorrer sangue ou para uma carne com as vísceras bem visíveis e palpáveis. 


4. Atmosfera pesada. Sabem quando entram num sítio, onde o ar que paira está contaminado pelas respirações pesadas, pelo aquecimento central, pelos perfumes intensos, pelo suor e pelas constipações da época??? Começo a entrar em parafuso, como se diz popularmente. Por instantes, tento suspender a minha respiração e o funcionamento do meu corpo... Ingenuamente, julgo que esta atitude pode filtrar toda a poluição onde acabei de entrar. O meu estômago revolve-se e algures, na zona das minhas têmporas, começa a surgir uma dor aguda. Os olhos ficam pequenos e a querer fechar. 


5. Dinheiro. Tão importante mas tão nojento. Não consigo descrever o quão doentia é a sensação de ter dinheiro na mão, num dia de calor ou num ambiente quente. O cheiro que fica é nauseabundo. 



E vocês? Qual é a nojice que não toleram?


Escrito por Susana Ferreira. 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

«Nerve: um jogo sem regras»


Fonte: http://creative.bauermedia.co.uk/nerve/images/nerve-poster.jpg




Nerve é o nome do jogo onde escolhes ser jogador ou observador. O primeiro recebe desafios e, caso não cumpra algum deles, é automaticamente eliminado do jogo. Os observadores são responsáveis pela inspeção dos jogadores. Para garantir a sua passividade, os observadores depositam diariamente uma certa quantia no jogo, a qual constitui a recompensa pela concretização dos desafios por parte dos jogadores.


Vee (Emma Roberts) procura neste jogo uma forma de se afirmar, principalmente perante a amiga Sydney, que de maneira subtil a trata como uma indolente. 


Fonte: https://66.media.tumblr.com/a672c49bdf5640ecc2e0c89b61015edc/tumblr_ocyqbz4roY1vr8l3yo1_500.gif






Nesta competição frenética, Vee conta com a parceria de Ian (Dave Franco). Os dois ultrapassam as mais loucas provas. 


Fonte: http://www.tjeck.dk/wp-content/uploads/2016/08/emma-roberts-and-dave-franco-in-nerve.jpg






Quando é pedido que Ian guie a sua mota vendado, sendo orientado por Vee, sentimo-nos verdadeiramente em nervos com a alta probabilidade de aquele ser o fim dos jogo para ambos.


Fonte: http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/04/16/16/279EF87400000578-3041488-Hard_at_work_The_talented_star_looked_at_ease_on_the_back_of_the-a-26_1429197514734.jpg






A dinâmica de Nerve dizima a racionalidade, e há quem faça tudo para ganhar (colocar-se debaixo de um comboio).


Fonte: http://statcdn.fandango.com/MPX/image/NBCU_Fandango/982/995/nerve_cliptrain.jpg






Na última fase não vale desistir. 


Algo precisa ser feito para que o jogo não tome o controle da vida dos jogadores.


É que no final, joga-se por ela!



Fonte: http://www.apnatimepass.com/news/assets/images/pages/16/06/emma-roberts-in-nerve-movie/emma-roberts-in-nerve-movie-2016.jpg


Escrito por Mariana Pinto

sábado, 15 de outubro de 2016

Viola Diva

Sim, não me enganei. Viola Davis e, acima de tudo, Viola Diva. Tudo começou, uma vez mais, com:

«- Susana, tu estás a perder muita coisa! Tens de ver How To Get Away With Murder!!»



Vi, portanto, a 1.ª temporada... E tenciono continuar. 


(Não façam spoiler... Ou façam... Na verdade, eu não resisto!)

Fonte: https://www.agambiarra.com/wp-content/uploads/2016/08/how-to-get-away-with-murder-temporada-3-agambiarra-1170x480.jpg


Annalise Keating. Advogada e professora de Direito. Com o intuito de colocar os seus pupilos no ''terreno'', Annalise (ou Anna Mae) oferece um estágio a cinco estudantes. Ainda que os jovens apresentem muitas reservas quanto à sua professora (devido à circunspeção que transparece), acabam por admirá-la e por participar, ativamente, nos casos que esta escolhe defender. 

Violada quando adolescente, Annalise não esquece a indiferença que a sua mãe prestou ao sucedido. Passo a parafrasear: 


«Os homens tiram coisas, Anna Mae! Está na natureza deles. Nós, as mulheres, é que somos o símbolo do amor, do afeto e do conforto. A nossa natureza é dar!» 


Confesso que, este diálogo, é das cenas mais poderosas da televisão. A mãe septuagenária que penteia o cabelo crespo da filha (que naquele momento virou criança) e que admite ter assassinado o violador de Annalise, para surpresa e alívio da própria. 



Fonte: http://www.tvserial.it/wp-content/uploads/2015/04/Schermata-2015-04-16-alle-18.56.13.jpg


Nesta série, é isto que me fascina: o poder e a visceralidade da mulher negra. Aqui assume-se, sem pudores ou floreados, a liberdade sexual feminina e o uso da peruca e da maquilhagem (como meio de potencialização de confiança e de beleza). 

Para além de dar o melhor de si aos seus alunos (o conhecimento), Annalise é a figura maternal que alguns não têm. 

Viola Davis oferece-nos, sem esforço, uma personagem intensa e robusta, quer no plano afetivo, quer no plano profissional. 

Aproveito para referir que, se nunca viram o filme The Help, deviam ver! Estão a perder outro papelão desta atriz extraordinária! ;)



Fonte: http://www.tvserial.it/wp-content/uploads/2015/04/Schermata-2015-04-16-alle-18.56.13.jpg



Escrito por Susana Ferreira. 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

As perguntas que nunca te farei





As questões que sempre quisemos fazer, foram feitas e respondidas!



Da Mariana para a Susana


- Tu és uma das melhores pessoas que conheço. Penso até que para ti as pessoas têm sempre boas intenções. Achas que és de facto assim? Se sim, isso traz-te desilusões?

- Ai muito obrigada pelo elogio Mariana! Sinto-me muito honrada! =D Eu tenho a ideia de que tento sempre fazer o que é o mais correto e o mais justo. No entanto, acho que ainda tenho muitas falhas. Falta-me ser mais frontal e não ter tanto medo de dizer o que penso na altura certa. Na verdade, já estou melhor nessa parte. Há uns anos, não era, nem de perto nem de longe, assim. A idade faz-nos, de facto, crescer e deixar algumas inseguranças de lado.

   É muito difícil ''entregar-me'' (odeio esta expressão de telenovela mexicana, mas não me lembro de uma palavra que ilustre melhor a minha ideia) às pessoas. Quando conheço alguém (fora do meu círculo de amigos, porque nos meus amigos eu confio cegamente), sou muito desconfiada e estou sempre a tentar ''estar um passo à frente'' para não me apanharem desprevenida. Basicamente, não passo grande cartão, como o povo costuma dizer.

   Agora, quando eu confio e acho que até tenho uma relação boa com a pessoa, fico muito desiludida quando me ''apanham''. E fico a remoer, a remoer,... Eu não me esqueço das atitudes erradas que têm comigo, assim como também não me esqueço das atitudes erradas que tenho com os outros.



- Às vezes fico com a ideia de que me em certas situações me consideras um tanto presunçosa. É verdade? :D

- Já somos amigas há uns anitos e eu já tenho um conhecimento mais profundo acerca de ti. Tu és uma pessoa que, à primeira vista (ou para quem não te conhece verdadeiramente), parece distante e ''intocável'' (isto é, também não passas grande cartão como eu ahahah) e algumas das tuas ações podem, levianamente, ser tomadas como presunção ou calculismo. Mas não é! De todo! Eu já percebi isso há algum tempo.

  O que eu acho é que tu tens consciência do teu valor e do teu profissionalismo. Sem quaisquer floreados. E isso é ótimo! Confesso que tenho um bocadinho de ''inveja'' dessa tua segurança. Eu não a tenho. E, por não a ter, perco, muitas vezes, o meu foco.



Da Susana para a Mariana

- Achas que o que está para lá da tua zona de conforto vale a pena ser vivido? Ou não sentes necessidade de ''arriscar''?

- Claro que merece, mas ainda me falta um pouco de coragem para arriscar. Depois, há também o facto de eu nunca me aventurar sem ter provas de que vai ser seguro e valer a pena. Na área profissional, as tentativas (Portugal Continental, Açores, até Angola) também não têm tido sucesso, e acho mesmo que será a procura por fazer aquilo para que estudei e de que realmente gosto que me fará sair.

    Mas sim, necessito mesmo dessa abertura, porque ela oferecer-me-ia mais oportunidades a todos os níveis. Também pelo facto de eu ter, desde sempre, pensado e querido saber muito para além da área que me circunda.



- Sei que há partes da tua vida que tu não deixas que os outros ''devassem''. Penso que é muito difícil confiares totalmente em alguém, mesmo em pessoas muito próximas. Há alguém que saiba tudo acerca de ti? 

- Ninguém! Acho que também é um processo que estou a desenvolver. Eu tenho duas versões e muitas pessoas só conhecem uma. O facto de eu ser reservada contribui para isso, ou seja, elas só vêem a minha timidez. Só as pessoas realmente chegadas sabem que eu tenho um lado cómico e descontraído, no entanto, lá está, nem essas sabem tudo sobre mim. Relacionando com a resposta anterior: preciso de conhecer mais mundo para me poder desprender de certos receios e tornar-me menos tolhida. 



Um desafio criado por Susana Ferreira

CSD

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Tiradas certeiras, malas trocadas e "gangsters" cómicos

Fonte: http://lostinanime.com/wp-content/uploads/2016/04/Mayoiga-01-9.jpg



Todos os que estudam fora da cidade/vila/aldeia onde vivem, sabem a felicidade de voltar a casa no fim de semana e o aborrecimento que é quando ele acaba e entramos de novo na rotina. As idas e vindas não se fazem sem viagens, diferindo o meio de transporte, se há quem vá de avião (pois é, gente fina é outra coisa!), há também quem, como eu, o faça de autocarro. 

Seja, então, qual for o veículo, o percurso feito fornece uma alargada panóplia de histórias caricatas para mais tarde recordar. Gostaria de vos contar algumas das minhas.



 Sinceridade acima de tudo!

Estava eu, como de costume, sentada na Rodoviária, à espera do meu autocarro, quando surge um alarido. Tratava-se de uma discussão entre uma senhora e o motorista do autocarro onde ela tinha viajado. Não entendi ao certo o motivo da discórdia, mas conhecia de vista o dito indivíduo, cheguei a viajar com ele uma ou duas vezes. E, sabia que, apesar de bem parecido e relativamente jovem, caraterísticas que o tornariam deveras charmoso, se dissipavam por ele ser extremamente altivo e arrogante. 
A desavença entre os dois durou até ao momento em que a senhora remata com uma tirada que me colocou a mim, e a quem mais estivesse a ouvir, de queixo caído:

- Olhe, o meu pai quando morreu tinha melhor cara do que você!





 Vou ali até Lisboa e já venho!

Lembro-me como se fosse hoje, tal foi a aflição que apanhei. Já perto das 19 h, cheguei a Coimbra e, como sempre, apressei-me a sair de modo a tirar a minha mala. É aquele momento em que tal é o número de bagagens que, por segundos, pensas que a tua mala desapareceu no meio do resto e demoras bastante para a encontrar sã e salva. Ora, mala azul escura 1, mala azul escura 2, ..., mala azul escura 20, é a minha, e assim segui. 

Muito bem, táxi, e finalmente, casa. Antes de entrar no quarto, troquei umas palavras com a minha colega de curso. Sucedeu que, quando segurei de novo a mala, reparei que ela está diferente, também azul escura, mas a pega era cinzenta, 




 MEU DEUS, TROUXE A MALA ERRADA! 





Inicialmente, entrei em histeria, depois apressei-me a encontrar o número da Rodoviária e explicando a situação, acabaram por dizer-me que já tinham conhecimento da mesma. A minha mala tinha ido até Lisboa! Tive de devolver a mala que tinha trazido por engano e, na manhã do dia seguinte, fui resgatar a minha -.-




➌ Um "gangter" com piada!

Não me recordo do porquê, mas nesse dia estive uma hora em Viseu à espera do autocarro que me levaria até Coimbra. Sem paciência, entrei e sentei-me logo no primeiro lugar. Uma viagem normal acontecia antes de um senhor, tentem ignorar o observação preconceituosa a seguir, com um aspeto duvidoso, cisma em sair para urinar depois de o motorista lhe dizer que a casa de banho não estava a funcionar. O condutor explica-lhe que não pode fazê-lo, mas o senhor torna-se bastante insistente. 

Perante a situação, o motorista chateado, para o autocarro e telefona para um seu superior ou para a polícia (não sei dizer ao certo para qual deles) e refere que o dito homem está a desestabilizar a viagem e a colocar a segurança dos restantes passageiros em risco, visto que continua em pé, mesmo depois de ter sido chamado à atenção. Acrescenta que não continuará a viagem até que o advirtam e ele saia do veículo. 

Sem exagerar, estivemos cerca de uma hora parados e nada de superiores ou policiais. Neste tempo, o motorista lá permite que o indivíduo saia para fazer as suas necessidades. Após as reclamações meias silenciosas dos passageiros (sim, porque TODOS, incluindo o próprio condutor, temíamos o comportamento do tal senhor), o motorista acaba por ceder e diz que retomará a viagem se o homem permanecer sentado. 

Ele concorda e termina de forma cómica dirigindo-se ao chofer:

- Havia necessidade de estarmos aqui este tempo todo? Já podíamos estar em Coimbra. Você é de uma raça! 



Acredito que tenham histórias tão boas ou melhores do que estas, partilhem-nas nos comentários! 


Escrito por Mariana Pinto

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O regresso

Nesta altura, tudo começa a ser mais aconchegante... Sim, começamos a ir buscar as mantinhas, as malhas, as cores quentes e, o mais relevante, voltamos às nossas SÉRIES de outono/inverno

Nada bate aquela alegria secreta de voltarmos a seguir, religiosamente, as nossas séries. Por isso, obrigada caro outubro

Depois de dizer adeus a Outcast (por falar nisso, sabem quando começa a 2ª. temporada?), a Orange is The New Black (com um final de temporada avassalador), Game of Thrones (longa vida à nossa nova rainha!) e Mr. Robot (Elliot ), posso, finalmente, sossegar a minha ansiedade porque estas voltaram:



Fonte: http://screencrush.com/files/2016/07/twd-comic-con-2016-pic.jpg

Regresso: 24 de outubro. 


Depois de um final cheio de suspense, vamos conhecer quem levou umas boas pauladas da Lucille. Vai mesmo morrer alguém?? Desta vez, nada os pode salvar =/ Glenn, vais ser tu?? :'(



Fonte: https://az616578.vo.msecnd.net/files/2016/05/20/635993143066735083-1295692031_jane-the-virgin.2-2.png

Regresso: 17 de outubro. 


O que aconteceu ao Michael Cordero?? Terá Jane enviuvado??? Quando se vão descobrir as maldades da irmã gémea de Petra???? Aconteceram demasiadas coisas no final da última temporada!! Assim, estamos todos à espera do habitual narrador para nos aclarar as ideias ;) 



Fonte: http://ib.huluim.com/show_key_art/14838?size=1600x600&region=US

Regresso: outubro s/ dia previsto

Pela primeira vez, Klaus Mikaelson sacrificou-se pela família, dando significado ao mantra «Always and Forever». E agora? Conseguirão os Originais travar Marcel Gerard?? Chamem-me pirosa mas continuo a ser fascinada por vampiros...



Fonte: http://cdn.wegotthiscovered.com/wp-content/uploads/tvds7.jpg

Regresso: 21 de outubro. 


... pirosa a este ponto! Sim, eu vejo TVD. E quero saber como isto vai acabar, tendo em conta que o argumento já anda perdido há algumas temporadas... Mas vamos dar mais uma hipótese! Esta é a 8.ª e última temporada. 



Esta que vos vou apresentar não é um regresso, mas comecei a vê-la ontem. O primeiro episódio cativou-me muito, quer pelo argumento quer pela banda sonora... Quem diria que eu ia gostar tanto do aspeto e da sonoridade dos anos 80! Estou a adorar! Acho que vou ver os episódios de enfiada! =D 


Fonte: http://onthefourthfloor.com/wp-content/uploads/2016/08/13694419_825570194210682_623901969_n.jpg


A ambiência remete-nos para o tempo frio/ taciturno. Deste modo, sinto que comecei a ver a série na altura certa! Não me canso de referir as músicas... Esta deixou-me, particularmente, alegre... 




Seguem alguma destas séries? ;) 

Digam-nos abaixo, na caixa de comentários. 




Escrito por Susana Ferreira.