terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Os favoritos.

Olá a todas e a todos!

Hoje venho falar-vos de algo pelo qual sou louca e viciada: batons! Por norma, as raparigas crescem a usar e a abusar dos batons das mães, eu como sempre fui (até há pouco tempo) maria-rapaz só descobri esta pequena maravilha aos 20! E rapidamente me tornei fã, ao ponto de já possuir uma coleção considerável. Por isso mesmo, venho partilhar com vocês os meus 8 batons favoritos! Espero mesmo que vos seja útil, seja para conhecerem novos produtos, seja para descobrirmos gostos em comum! Vou tentar ser o mais descritiva possível e vou deixar-vos informações sobre onde podem comprar e os preços.

1.º - Rimmel Lasting Finish by Kate Moss, na cor 08 Timeless All
O meu batom favorito de sempreeeeeeeeeee! Anda sempre comigo na mala e é sempre uma escolha certa, porque além de ser lindo, é uma cor que assenta com tudo. Quando não sei qual batom escolher, este é a minha primeira opção. É um rosa velho, que dá com a maioria dos tons de pele, mas em peles branquinhas fica excelente! É muito cremoso (logo, é mesmo confortável usá-lo) mas é muito pigmentado e fica muito tempo nos lábios. Encontra-se à venda em qualquer hipermercado, mas podem também comprar online aqui: http://eu.feelunique.com/p/Rimmel-Kate-Lasting-Finish-Lipstick (este site é confiável e todas as marcas encontram-se em “saldos”, até 50%, por isso aproveitem!). O preço dele ronda os 7,50€. 

Fonte: http://www.drugstore.com/rimmel-lasting-finish-by-kate-moss-lipstick-08/qxp403328

2.º - Revlon Superlustrous Lipstick, na cor 415 Pink in the Afternoon
Vou ser sincera: eu comprei este batom porque ouvi tanta gente a falar bem dele que não resisti! Ele é super famoso por ser o batom que a Audrey Hepburn usa numa das cenas do filme Breakfast at Tifanny’s e é um rosa muito lindo! É cremoso também mas não é tão pigmentado como o anterior. Para quem costuma ter lábios secos, este batom é o ideal! Eu mandei vir pelo facebook da marca Revlon (porque onde eu vivo não há nenhuma loja física que o venda) mas podem mandar vir por este site: http://skin.pt/revlon-superlustrous-lipstick-n-415-pink-in-the-afternoon-batom-4-2-g (outro site seguramente confiável). Custou 16€.

Fonte: http://skin.pt/revlon-superlustrous-lipstick-n-415-pink-in-the-afternoon-batom-4-2-g

3.º -  MAC Lipstick, na cor Rebel
É o único batom da MAC que tenho (até ver) e é uma das cores mais icónicas da marca e uma das mais difíceis de imitar. Este batom é camaleónico, pois não fica igual em diferentes pessoas. É uma cor de vinho com um fundo roxo, lindo de morrer e excelente para ser usado agora no tempo mais frio. Tem acabamento Satin (é mate, mas com um acabamento acetinado), super confortável de se usar e é bastante pigmentado. Vende-se em qualquer loja MAC (Lisboa, Porto e Faro). Em Portugal, custa 19 €.

Fonte: http://www.makeupalley.com/product/showreview.asp/ItemId=15555/Rebel-Lipstick/MAC/Lipstick



4.º - Rimmel Lasting Finish Matte by Kate Moss, na cor 107
Eu não gosto de vermelho, seja onde for. Mas quis experimentar alguma coisa nesse tom e encontrei o batom ideal! Este batom é maravilhoso, super mate e também é ideal para o inverno. É uma cor statement, nem toda a gente tem a confiança para a usar, mas eu recomendo e muito este batom. Comprei-o numa loja Clarel em Coimbra, apesar de ser da mesma marca do que o primeiro, nunca o vi em nenhum hipermercado. Em todo o caso, podem mandar vir da Feelunique também. Custou à volta dos 8€.

Fonte: http://us.rimmellondon.com/products/lips/lasting-finish-matte-by-kate-moss
5.º - Kiko Unlimited Stylo , na cor 13 Cocoa
Este batom é i-n-c-r-í-v-e-l (acho que estou a dizer isto de todos, mas é porque são mesmo!!). Ao passar nos lábios é super, supeeer cremoso e nada faz prever que passados 30 segundos os vossos lábios sequem de tal forma que ele só sai na totalidade com um desmaquilhante. Digo sempre que este é o batom de dar beijinhos, porque não sai por nada e a outra pessoa não fica marcada. É espetacular para o preço (6,90€) e é um nude acastanhado, muito ao estilo Kylie Jenner. Vende-se nas lojas Kiko.

Fonte: http://www.kikocosmetics.com/pt-pt/maquilhagem/labios/batons/Unlimited-Stylo/p-KM00201015

6.º - Oriflame The ONE Colour Soft Lipstick, na cor Beige Taupe
Um batom em formato de “lápis de cera”, muito prático. Era uma cor que não me via a usar por ser branquinha, mas acabou por resultar bem com o meu tom de pele e com a maquilhagem certa. Um nude a puxar para o castanho também, mas mais clarinho do que o anterior. É muito cremoso, muito hidratante para os lábios! Dizem que é um dupe do famoso batom da MAC, o Kinda Sexy. Vende-se nos catálogos da Oriflame e custa por volta dos 7€.

Fonte: http://uk-eshop.oriflame.com/products/product-detail.jhtml?prodCode=31626

7.º - Catrice Ultimate Colour, na cor 020 Maroon
Eu recebi este batom no Natal e já é um dos meus favoritos. É igualmente um nude, mas em comparação aos dois anteriores, é o mais cremoso de todos! Não é tão pigmentado como o da Kiko, por exemplo, mas é excelente! Por ser muito cremoso, a necessidade de o retocar é maior, mas, pessoalmente, não vejo isso como um problema. Penso que custa por volta dos 3€ e pode-se comprar nas lojas Wells do Continente, Clarel, ou online aqui: http://www.maquillalia.com/search.php?categoria=17&buscar=catrice&page=6 

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/320248223477552986/


8.º - Kiko Luscious Cream Lipstick, na cor 515 Orchid
Para terminar, trago-vos um batom rosa "barbie" (pelo menos, em mim fica essa cor), lindo! Mais uma vez, é um batom cremoso mas muiiiito pigmentado e a um preço acessível (6.90€). Tem um ligeiro sub-tom roxo, e quando o utilizei perguntaram-me se era o famoso Heroine da MAC. Vejo algumas semelhanças, mas acredito que tudo dependa do tom de pele da pessoa. Vende-se em qualquer loja Kiko.
Fonte: http://amakeuphoarder.blogspot.pt/2015/09/reencontros-mimos-setembro-2015.html


Espero que tenham gostado!
Beijinhos!

P.s - Queria muito ter mostrado fotos reais, tiradas por mim, dos batons. Coloquei aqui as imagens que mais se assemelham à cor real de cada batom. É um problema que vou tentar resolver entretanto.

Escrito por Sónia Dias.

>> Sugestão de uma leiga <<

Estou convicta de que a Sónia vos aconselhou muito bem! Foi ela que me passou esta febre dos batons e, por causa dela, já começo a formar uma coleção jeitosa. Venho apenas deixar-vos duas sugestões que ando a gostar muito e que vos podem ajudar a criar looks elegantes para a quadra festiva que atravessamos.
O vermelho é, de facto, uma cor perigosa. Habitualmente, não compro roupa vermelha porque não se enquadra nos meus gostos. No entanto, quando a conversa é maquilhagem, não há motivo para não arriscar, já que os lábios vermelhos são intemporais. Este é o meu primeiro batom vermelho cereja! Cheira muuuuuuuuuuito bem, é hidratante e com acabamento mate. Sinto-me muito bem com ele e isso é o mais importante ;)

Intense Hidratante. Cor: 33. Preço: 4.99€. Loja: O Boticário 
Se preferirem uma maquilhagem mais sóbria, a minha sugestão é o Pink Beige da gama Cream & Glaze da Flormar (Siiiiiiiiim, a Flormar já existe no centro comercial Dolce Vita, em Coimbra +.+). É um batom que confere um poder natural aos vossos lábios. No princípio "estranha-se mas depois entranha-se" ;)

Pretty Cream & Glaze Lipstick. Cor: P307 Pink Beige. Preço: 4.99€. Loja: Flormar
Aventurem-se!

Escrito por Susana Ferreira.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

As músicas de 2015


Escolher músicas é sempre doloroso porque, de uma forma ou de outra, todas se destacam. As faixas que se seguem não traduzem, por completo, o meu ano mas assinalam alguns momentos importantes dele. Não estão por ordem! Ordenar é ainda mais doloroso =D


Imagine Dragons – Demons: 2015 foi o ano em que tive os meus primeiros alunos e foi uma experiência ótima. Esta música foi muito importante numa das aulas que lecionei ;) 



Sam Smith – Like I Can: 2015 também foi o ano em que me rendi ao Sam Smith, no NOS Alive +.+


Taylor Swift – Blank Space: A banda sonora das road trips com as amigas! O mundo é nosso com o carro amarelo! =D 


Susana Ferreira.


Citando Nietzsche: “Sem música, a vida seria um erro”. Seguem, abaixo, as canções que fizeram parte da minha playlist de 2015:

“Chandelier”, Sia

De compositora de vários cantores famosos, Sia assume o lugar de intérprete e deixem-na passar, porque o palco é dela. 
Esta música fez parte da banda sonora de algumas das minhas viagens de boleia Pesqueira-Coimbra, e todos concordávamos que Sia tem uma voz bizarra e desconcertante. 
A canção foi e é ouvida por mim repetidas vezes, e como acontece com todas as suas músicas, elas são capazes de nos dar uma valente chapada de realidade tóxica. O que esperam, OUÇAM, às vezes necessitamos que nos despertem :D



“Fast Car”, Tracy Chapman

Por mero acaso, descobri esta música, e de imediato me prendeu. A miúda, agora senhora, descreve nela a trajetória de parte da sua vida. Assim, Tracy canta o relato comovente de uma história sofrida e de como a vida insiste em repetir o enredo de cada um. Mas, além da letra, o que me enleva é a voz rouca (sou uma apaixonada por este tipo de voz) e ao mesmo tempo mélica. Desenganem-se se pensam que vão entristecer-se ao ouvi-la, ironicamente ela incita a um “recomeço”, a um “sim, tu vais ser alguém”. (“Be someone, be someone”). 



“Ass Like That”, Eminem

De vez em quando apetece-me recordar “clássicos”, tal como aconteceu no final deste ano. Esta música é uma daquelas que nos viram do avesso e incentivam a parodiar a realidade. 
Eminem ou o homem que não ri (um dia prometo falar-vos mais deste facto) apresenta-se como o mestre na arte da desconstrução através da comédia, e por vezes, até do ridículo. Esta vertente resultou, e a verdade é que toda esta manobra de marketing convenceu o público e os trabalhos posteriores perderam por se afastarem dela. 
No meu caso, a escolha desta canção permite confirmar a ideia de que as aparências enganam, EU considero o som do Eminem muito cool ;)



Mariana Pinto.

A música é tudo para mim. É a minha mais bonita forma de escape da realidade. Como disse a Susana, escolher três músicas que representem este ano não é fácil, mas consegui.

Taylor Swift - Shake It Off



Apesar de já ser do ano anterior, foi em 2015 que me rendi a esta música. O presente ano teve muitos altos e baixos... foi esta música que sempre me alegrou nos dias menos bons. Os meus amigos já não me podem ouvir a cantá-la.


GROGNation - Distante


2015 também foi o ano em que descobri estes meninos! Fã incondicional de hiphop, estou sempre atenta ao que vai saindo e ao que me aconselham para ouvir. Sem dúvida nenhuma que este grupo me acompanhou em todo o ano e, em particular, esta música.


Beyoncé - 7/11


Esta música foi um género de um "must-have" em qualquer festa! Quando menos se está à espera, eis que chega Queen B com uma música que não dá para ficar quieta (ou a ter uma atitude de diva) a ouvi-la.

Sónia Dias.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Elixir da Juventude


Para os homens, principalmente os pais, uma constipação corresponde ao princípio do fim. Com a voz embargada, começam logo a entoar a velha cantilena «Ai! Estou tão mal!», intercalam a lamúria com respirações pesadas, de modo a enfatizarem o estado deplorável em que se encontram, e põem a melhor cara de sofrimento. Na verdade, isso irrita. Parece que estão a exibir a enfermidade. Não se cansam de repetir que estão doentes (a amigos, a familiares, a conhecidos, ao vizinho e ao senhor do café) e aprontam-se, imediatamente, para embarcar na odisseia dos médicos e dos fármacos. 
No outro dia, o meu pai chegou a casa com os olhos a arder porque esteve a soldar. Claro que ele já se estava a preparar para uma vida resumida à cegueira até aparecer alguém especializado: eu. A minha área não é, de todo, a saúde. Todavia, como qualquer pessoa inserida numa sociedade dominada pelas Tecnologias da Informação e da Comunicação, fui perguntar ao Google o que fazer (tendo em conta o diagnóstico que o paciente apresentava). E pronto. Caso encerrado com sucesso. Ainda a choramingar, para acentuar a tensão dramática, lá colocou dois discos de algodão, embebidos em leite, sobre os olhos e o ardor passou. Quis erguer-me uma estátua equestre. Afastei essa possibilidade, pois não mereço tanto. 
Efetivamente, os casos de pais que pensam avistar a mulher da gadanha “por dá cá aquela palha” estão a difundir-se. Em conversa com uma amiga de longa data, descobri mais um. Para alegria dos corações hipocondríacos e sedentos de saúde dos nossos pais, chega-nos o CALCITRIM. Assim, o pai da minha amiga dirige-se, regularmente, à sede do “Viva Melhor” para adquirir produtos milagrosos. Com a certeza de que comprou o elixir da juventude, ainda recebe uma dádiva: a Bíblia ilustrada. Na realidade, não podia estar mais de acordo. Depois da toma dos comprimidos, é preciso ter, somente, fé em Deus. 

Escrito por Susana Ferreira.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

«Chase your reality»


Fonte: http://www.ishafoundation.org/us/blog/wp-content/uploads/2013/02/inception-totem.jpg

Jgkdrsdfghjlnbcxsertyuik,mnbvcxzaswertyuik,mnbvcxzasrt. É assim que a vossa mente fica depois de assistir ao filme Inception. Um misto de «Oh meu deus! Isto é tão bom!» e de «Nãããããããããããããããão! Este final! Fghjklkjhygtfrdesxdcvghjki!». Já várias pessoas me tinham falado acerca do filme mas só agora, cinco anos depois do lançamento, é que me debrucei sobre a obra de ficção. Percebi que andei a adiar sem motivo, porque a película vai, efetivamente, ao encontro dos meus gostos e da área de estudos que mais me fascina: o imaginário. 
Se, por um lado, o ato de imaginar pode trazer ao ser humano alguns benefícios, como o desenvolvimento da criatividade e do espírito crítico e o regresso a um mundo maravilhoso que julgava encerrado na infância, por outro lado, o mau uso da capacidade de idealizar pode causar dependência. De uma forma muito simplista, imaginar não é nada mais do que criar imagens. O produto da operação imaginativa dá-nos, repentinamente, aquilo que mais desejamos e suaviza a angústia que corrompe o quotidiano do cidadão comum. Por este motivo, a imaginação pode afigurar-se um ópio negativo. 
O filme Inception aborda a importância do sonho (momento em que a realidade se desvincula da consciência) e até que ponto este pode afetar o mundo real e o curso natural da vida do homem. Dom Cobb, personagem interpretada por Leonardo DiCaprio, é um contrabandista de ideias que, impedido de regressar aos Estados Unidos, anseia com o dia em que voltará a ver o rosto dos filhos. Habitualmente, Cobb é pago para roubar informações importantes durante os sonhos das suas vítimas, contudo, o poderoso empresário Saito propõe-lhe algo inédito: se Cobb conseguir «plantar» uma ideia na mente do herdeiro de Maurice Fischer, seria ilibado de todas as acusações e poderia voltar para casa. Determinado, Cobb reúne uma equipa especializada para cumprir a missão. 
Durante o filme, para além de aprendermos algumas curiosidades acerca dos sonhos, ainda percebemos como o subconsciente humano pode ser tão complexo e como a fronteira entre a loucura e a lucidez é ténue. 

*******************************************************SPOILER*********************************************************

O grande mistério do filme é, precisamente, o desfecho. Depois de concluir a missão com sucesso, Dom regressa a casa. No momento em que revê os filhos, lança o pião que o acompanhou desde sempre para comprovar se, de facto, estava a viver a sua realidade. A câmera foca o pião a girar e a cena termina. Na verdade, o espectador fica indeciso. Estaria Dom a sonhar ou não? 
Apesar de não ser muito conclusivo, o realizador Christopher Nolan pronunciou-se, este ano, a propósito do final polémico:  «The point is, objectively, it matters to the audience in absolute terms: even though when I’m watching, it’s fiction, a sort of virtual reality. But the question of whether that’s a dream or whether it’s real is the question I’ve been asked most about any of the films I’ve made. It matters to people because that’s the point about reality. Reality matters.». Tendo em conta as palavras do realizador, aqui vai a minha teoria. Toda a obra de ficção é irreal, uma vez que é concebida pela imaginação. Assim, julgo que o pião continua a girar, de modo a desconcertar o espectador. Já não se trata da personagem Dom e da sua história, trata-se de uma interação entre o objeto irreal e o espectador, de modo a transmitir a mensagem do filme: «segue a tua realidade e não os teus sonhos». Na mesma entrevista, Nolan chega mesmo a dizer-nos que «In the great tradition of these speeches, generally someone says something along the lines of 'Chase your dreams,' but I don’t want to tell you that because I don’t believe that. I want you to chase your reality». 


Já viram o filme? Qual é a vossa teoria? 

Escrito por Susana Ferreira.




Os cinco produtos essenciais.

Olá a todas e a todos!

Quando nos iniciamos no mundo da maquilhagem, deparamo-nos com tanta informação e com tantos produtos que fica difícil saber o que comprar. Por isso mesmo, achei importante selecionar cinco produtos essenciais para qualquer pessoa se estrear na maquilhagem!
Lembrem-se: nem sempre tudo o que vemos temos de comprar ou fazer. Principalmente a um nível inicial, é importante, em primeiro lugar, aprender a gostar do que estamos a colocar na nossa carinha e a habituarmo-nos a isso. A maquilhagem é um mundo para se explorar, com tempo e dedicação.



  • Em primeiro lugar: BB cream. Independentemente da cobertura de uma base, o melhor é sempre começar por um BB cream, na minha opinião. Passar de não-ter-nada-na-cara a ter-base-na-cara é uma enorme diferença e, geralmente, as pessoas estranham e não gostam de ver. Por isso mesmo, aconselho a começarem por um BB cream, que dá uma coberturazinha leve, esconde as imperfeições mais suaves e uniformiza o rosto. Tal como uma base, o BB cream tem de ser adequado ao vosso tipo de pele. Uso este no inverno, na cor Light:

    Maybelline Dream Pure BB

    Fonte: http://www.miiduu.com/404.html
    E este no verão, na cor Medium. São ambos para pele mista.
    .
    Garnier BB Cream Miracle Skin Perfector for Combination to Oily Skin

    Fonte: http://www.makeupalley.com/product/showreview.asp/ItemId=152906/BB-Cream-Miracle-Skin-Perfector-for-Combination-to-Oily-Skin---Light/Garnier/BB-Cream
  • Em segundo lugar: corretor de olheiras. Mesmo que as vossas olheiras não sejam profundas, usar um corretor de olheiras adequado dá logo outro ar à vossa cara, acreditem. Também o podem usar para esconder qualquer imperfeição, é ótimo. Eu não vivo sem ele, foi precisamente para disfarçar as minhas olheiras até ao umbigo que eu comecei a usar maquilhagem. Uso este e super que recomendo, é excelente e barato:  

Maybelline Fit Me Concealer, na cor 20 (a única que existe em Portugal)

Fonte: http://eu.feelunique.com/p/Maybelline-New-York-Fit-Me-Concealer-6-8ml

  • Em terceiro lugar: blush. Seja ele de qualquer cor: rosado, em tons de pêssego, coral… Usar blush é dar vida e luz ao vosso rosto. Ninguém quer ter uma cara “palidérrima” até dizer chega! Um toquezinho de blush e parecerão mais saudáveis! O meu favorito é este:
    H&M Blush em pó, na cor Golden Peach

    Fonte: https://www.pinterest.com/pin/371617406731065259/
  • Em quarto lugar: máscara de pestanas!! Para mim, faz uma enooooorme diferença! Sou obcecada com pestanas e é uma das primeiras coisas que reparo nas pessoas, seja homens ou mulheres. O vosso olhar fica logo mais expressivo, é incrível. No entanto, acaba por ser difícil escolher a máscara de pestanas ideal, devido aos vários tipos de escova que existem. Se pensarem no efeito que querem nas vossas pestanas (volume, curvatura, alongamento ou os três) torna-se mais fácil, basta verem o que a máscara promete (às vezes não corresponde à realidade, mas para isso têm de experimentar). O que mais gosto é de ter volume nas minhas pestanas, para ter a sensação de pestana mais “cheia”, por isso a minha máscara de pestanas favorita é esta:
    Maybelline Volum' Express The Colossal Mascara

    Fonte: http://makeupforlife.net/2008/08/maybelline-colossal-volum-express.html

    Maybelline Volum' Express The Colossal Mascara, versão waterproof

    Fonte: http://www.maybelline.com/products/eye-makeup/mascara/volum-express-the-colossal-waterproof-mascara.aspx
  • Por último, e para compor todo o look, é obrigatório usar batom! De qualquer cor e de qualquer textura, rosinha ou vermelho, mate ou gloss, vocês é que escolhem! Lembrem-se de que têm sempre de se sentir confortáveis. Se nunca tiveram por hábito usar batom e se colocarem logo um batom com uma cor mais forte, podem não gostar. Por isso, recomendo, por exemplo, os baby lips da Maybelline, são batons de cieiro com cor e têm tons muito lindos. Os meus de eleição são estes:

Maybelline Baby Lips, na cor Peach Kiss 
Maybelline Baby Lips, na cor Cherry Me
Maybelline Baby Lips Electro, na cor Berry Bomb






Maybelline Baby Lips Electro, na cor Strike a Rose




















Fonte: http://www.maybelline.com/products/lip-makeup/lip-balm/baby-lips.aspx

Na minha opinião, estes cinco produtos são fundamentais e vão dar-vos logo outro ar! Experimentem!
Espero que tenham gostado!
Beijinhos.


Escrito por Sónia Dias.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sobre o Cosplay





Recentemente deparei-me com uma notícia sobre uma equipa de televisão de um programa de variedades brasileiro que tinha sido banida das convenções de cultura popular no Brasil. A razão para tal prende-se com o facto de o conteúdo da reportagem que esta equipa fez na CCXP 2015 (Comic Con Experience, que decorre em São Paulo) ser de extremo mau gosto, desrespeito e, de uma forma geral, deploravelmente repulsivo. Resumidamente, o tal programa decidiu enviar uma equipa para o evento com o objectivo de fazer um segmento de vídeo no qual os “jornalistas” entrevistavam os participantes do evento, dando especial ênfase a cosplayers. Nada de mal nesta premissa, mas o que realmente aconteceu foi uma sucessão de entrevistas cujo objectivo era nada mais do que ridicularizar os cosplayers, através de insinuações ofensivas, perguntas estúpidas e chegando ao ponto de lamber o braço de uma cosplayer, motivo pelo qual a organização do evento, muito acertadamente, decidiu que o programa seria banido desta convenção e de outros eventos do género.
Este tema não é nada de novo, tendo existido há algum tempo um certo auto-proclamado comediante (e digo isto porque, falando por mim, não lhe consigo achar piada nenhuma) que decidiu dirigir-se ao maior evento de cultura japonesa em Portugal para fazer entrevistas cujo objectivo era nenhum mais do que ridicularizar as pessoas que lá estavam. Estas são apenas duas das situações que conheço concretamente, pois acredito que existem muitas, muitas, muitas mais.
Sinceramente, não consigo compreender o que existe de tão engraçado em gozar com cosplayers. Talvez seja de mim, e o meu sentido de humor passe ao lado deste tipo de comédia. Talvez eu simplesmente não ache piada quando gozam desnecessariamente com as pessoas. Talvez este tipo de humor seja tão erudito que a minha mente ignorante seja incapaz de o entender, ou talvez isto seja tudo apenas atitudes de mau gosto.
Um cosplayer não é “um parolo esquisito que se veste de forma estranha”, não é “um freak que anda por aí”. É alguém que tem a coragem de demonstrar a paixão que tem por uma personagem, seja ela de um jogo, de um anime, de uma série, de um filme, seja do que for, e levá-la um passo além, encarnando-a. São pessoas que não têm medo de exibir que são fãs de algo ao ponto de quererem fazer parte desse universo. Sabem costurar, pintar, moldar, colar e até programar. São orgulhosos daquilo que fazem, e entusiasmados em explicar como fizeram o fato, como o escolheram, o que significa para eles fazer um cosplay daquela personagem. A parte mais gira de uma convenção é encontrar cosplayers de personagens que também gostamos. É a evidência de que existem pessoas que partilham dos nossos gostos e com as quais podemos estar à vontade para falar de temas específicos. 
E é por isto que eu não compreendo porque é tão engraçado gozar com cosplayers. É assim tão giro ridicularizar alguém que não está a incomodar ninguém e apenas quer passar um bom bocado? É assim tão engraçado fazer graça dos gostos das pessoas? E se em vez disto começarmos a dar valor ao esforço destas pessoas e a valorizar o facto de elas serem capazes de fazer algo que muitos de nós não têm coragem para tal? Mais entrevistas decentes a cosplayers, por favor. Quero saber como é aquele rapaz conseguiu fazer uma armadura de Commander Shepard tão perfeita.


Escrito por A. B.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Vento e um tubinho de cola UHU

Hoje, a minha mãe acordou irritadiça. Entre pôr a mesa para o almoço, aspirar o corredor principal da casa e passar, pela quinta vez, um paninho do pó sobre um móvel aleatório, ia soltando as pragas típicas de mãe: «Não tenho ninguém que me ajude a fazer nada! Que sorte a minha! Ó que vida esta!». 
Confesso que não estava a entender esta implicância até olhar pela janela da cozinha e vislumbrar o pior inimigo da minha mãe: o vento. Vento? Mas o que vem a ser isto? A minha mãe não suporta esses caprichos da natureza! E lá continuava ela a lançar farpas e a revelar os seus queixumes. Tudo porque estes fenómenos atmosféricos não se coadunam com uma das suas paixões, a jardinagem: «Ai! Os meus vasinhos! Uma pessoa não pode ter nada arranjado!».
Todas as mães têm uma receita infalível, um segredo que, na hora certa, soluciona qualquer embaraço. Descobri, desde cedo, que a fórmula da minha mãe é a cola! Não uma cola qualquer! A cola UHU.  Há sempre um tubinho amarelo cá em casa para coisas partidas, coisas não partidas, coisas que precisam de fixação e coisas que não precisam de fixação. Enfim, cola UHU para tudo e mais alguma coisa! Na cabeça dela, colocava-se uma gotinha de cola em cada vaso e eles não saíam mais do lugar! Nem com ventos fortes, com rajadas passíveis de atingir os 120 quilómetros por hora! 
Mais logo, já sei que me vem dar a fatídica ordem: «Vai à Internet ver o tempo que eles dão para amanhã! Vê se eles dão vento!». 


Escrito por Susana Ferreira.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A nossa pele.

Olá a todas e a todos!

Para começar, é necessário referir que não sou, de longe, nenhuma expert em maquilhagem; tudo o que será escrito aqui é resultado de várias pesquisas minhas e da minha experiência pessoal, portanto o que resulta para mim pode não resultar para vocês e vice-versa. Existem “regras” básicas sim, mas já lá vamos.

Visto que se trata do primeiro texto sobre maquilhagem aqui no blog, considerei ser fundamental escrever sobre o que está por trás desse processo, ou seja, conhecer a nossa pele. O que eu mais vejo são pessoas a usarem maquilhagem todos os dias, sem nenhum tipo de cuidado, isto é, sem cuidarem devidamente da pele. A verdade é que vocês podem usar a base mais cara de sempre que não vos vai ficar bem se a vossa “tela” não estiver limpa e com irregularidades. Sem falar no óbvio: a maquilhagem faz-nos mal à pele, logo super que é necessário protegê-la ao máximo. 

Primeiro do que tudo é importante conhecer o vosso tipo de pele, porque, se repararem bem, não existe um creme universal para toda a gente; existem vários tipos de cremes para vários tipos de pele. Por alguma razão é. Não custa nada tentar perceber que tipo de pele têm, basta tirar um minuto do vosso dia e olharem ao espelho. No geral, existem 5 tipos de pele, sendo eles:

- Pele normal: a pele perfeita, diria. Se nasceste com este tipo de pele, muitos parabéns, i’m jealous. É o tipo de pele que não precisa de graaaandes cuidados, não é demasiado seca nem demasiado oleosa. Não tem tendência a criar manchas nem borbulhas e/ou pontos negros. Também não tem os poros dilatados, porque não produz óleo a mais. 

- Pele mista: o tipo de pele mais comum. E é o meu, também. É oleosa na zona T (testa, nariz e queixo) e normal ou seca no resto da cara.  Tem tendência para ter eventuais borbulhas na testa e queixo, bem como para produzir óleo em excesso. 

- Pele oleosa: Brilho em excesso? Poros dilatados? Oleosidade? Tudo coisas boas para quem tem este tipo de pele. Na minha opinião, é um dos tipos de pele que mais cuidado exige, devido à grande produção de óleo e de sebo, que, em determinados casos, pode levar ao desenvolvimento de acne, por exemplo. 

- Pele seca: Outro tipo de pele mais difícil. É uma pele “sem vida”, baça, áspera, que repuxa, praticamente sem elasticidade nenhuma e, em certos casos, com tendência a descamar. Precisamente por não produzir óleo, as rugas surgirão mais cedo. É uma pele que envelhece com mais facilidade, justamente por não ter elasticidade. 

- Pele sensível: a que exige um tipo de cuidados especiais, a meu ver. A pele sensível é muito reativa e torna-se irritada e/ou inflamada muito facilmente, independentemente da condicionante (calor, stress, ciclo menstrual…). O mais certo é terem de recorrer a um dermatologista para saberem o que podem ou não usar (tanto de maquilhagem como de cuidados de pele).

Posto isto, passemos à fase seguinte: limpar a nossa pele. Desenganem-se se pensam que por não usarem maquilhagem que a vossa pele está limpa e radiante. Muito pelo contrário! Se à noite passarem um disco de algodão com desmaquilhante vão ver que ele vai sair sujinho. Isto porque não é só a maquilhagem que faz mal à pele; a poluição, o pó e outras coisas que tais também sujam e muito! Por isso, é importante limpar a nossa pele não só à noite mas também quando acordam! E vocês perguntam: “então mas se eu limpei à noite e se fui dormir, de manhã a pele vai continuar limpa!Resposta errada! Durante a noite é quando a nossa pele se renova, produzindo óleo e eliminando impurezas. Por isso, no dia seguinte de manhã, se passarem igualmente o disco de algodão com desmaquilhante na vossa cara, lamento, mas o disco vai sair sujinho também.

 Segundo passo: hidratar. Como referi acima, existem vários tipos de cremes para vários tipos de pele, e depois de identificarem qual é o vosso torna-se mais fácil que creme escolher, ou seja, se têm pele seca têm de comprar um creme para pele seca, se têm pele mista igual e por aí adiante. Se têm pele seca, precisam de um creme que vos confira uma maior hidratação, ou seja, se usarem um creme para pele oleosa (que tem de se caracterizar pela sua ação matificante, essencial no combate da oleosidade e o brilho) estão a ir contra tudo o que vossa pele precisa, porque, neste caso, tudo o que uma pele seca menos precisa é de algo que a faça ainda mais seca, entendem? É sempre esta a lógica! O mesmo com a maquilhagem, sobretudo no que toca a bases. Vou dar-vos um exemplo: eu tenho pele mista, certo? Então eu preciso de uma base que seja matificante mas não em demasia. Certo dia, quis comprar uma base nova e comprei uma para peles secas (que by the way, era esta: http://www.borboletasnacarteira.com.br/wp-content/uploads/2012/02/IMG_9555_opt.jpg ). Resultado: a base não aderiu nada à minha pele, tinha de estar constantemente a colocar pó na minha zona T para matificar, enfim… lá está, porque a base não era adequada para o meu tipo de pele. 

REGRA BÁSICA NÚMERO 1: TÊM DE IR AO ENCONTRO DO QUE A VOSSA PELE PRECISA. SEMPRE. PARA SEMPRE.

E peles oleosas, por exemplo, precisam igualmente de hidratação. Todo o tipo de peles precisa, desde que os produtos sejam adequados às características de cada tipo. E nunca, mas mesmo NUNCA se esqueçam que a hidratação vem maioritariamente de dentro: 1,5l de água por dia se faz favor – regra básica número 2

Terceiro passo: esfoliar. Esfoliar é tão mas tão essencial, meu deus do céu. Pensamos sempre: “meh, não tenho tempo, não faz diferença”.  Mas faz tooooooda a diferença, seja na cara ou no corpo, e só perdem 10 minutinhos. Por norma, fazer uma esfoliação semanal chega, mas existe quem o faça diariamente, lá está, para atender aos pedidos de cada tipo de pele. Esfoliar a pele significa remover as células mortas da superfície e também o excesso de óleo produzido, alisando-a. Basicamente, estão a dar uma nova pele à vossa pele. E todo o tipo de cremes que colocarão a seguir irão resultar melhor, pois serão totalmente absorvidos.

Para finalizar, deixo aqui a sagrada regra número 3 (que devia estar estritamente implícita para quem usa maquilhagem, mas infelizmente não está): NUNCA, MAS MESMO NUNCA dormir com maquilhagem. PIOR ERRO DA VOSSA VIDA. Não há palavras suficientes que expliquem o quão mau é dormir com maquilhagem. Vocês vão ganhar todo o tipo de borbulhas, irritações, envelhecimento precoce, tudo. Já para não falar da cara de panda que acordam no dia a seguir. 

Por isso, meninas e meninos, antes de se iniciarem no mundo da maquilhagem, recomendo vivamente que conheçam e que cuidem do maior órgão do corpo humano. Lembrem-se de que a vossa cara laroca é a capa do vosso livro e o que se vê primeiro do que tudo.

Beijinhos!

Fonte: http://www.borboletasnacarteira.com.br/resenhas/review-base-fit-me-maybelline
Escrito por Sónia Dias

«Tea? It’s like a hug in a cup!»


Fonte: http://ecx.images-amazon.com/images/I/41mLCiFz-7L._SX940_.jpg

O meu fascínio pela compreensão do comportamento humano levou-me a descobrir «The Mentalist». A série estava no ar desde 2008 mas a vontade de a espreitar só surgiu no início deste ano. As séries são, efetivamente, um vício para mim. Transportam-me para uma dimensão imaginária e, durante cerca de quarenta minutos, entro numa espécie de entorpecimento. Depois, como qualquer viciado que se preze, penso: «Só mais um episódio! Este acabou de uma forma tão misteriosa! Tenho de saber o resto!». E assim, em jeito de «Só mais um!», assisti às sete temporadas das aventuras de Patrick Jane, o indispensável consultor do CBI. 
Para além da sua obsessão por chá ou pelo sofá do departamento de investigação, Jane resolve os casos que chegam à sua equipa (constituída pela agente chefe Teresa Lisbon, pelo eficaz Kimball Cho, pelo protetor Wayne Rigsby e pela rigorosa Grace Van Pelt), de forma peculiar. Recorrendo a truques de ilusionismo, à sugestão, à manipulação de comportamento e à hipnose, consegue chegar, facilmente, aos criminosos que afrontam a segurança do estado da Califórnia. Por ser um conversador nato, sedutor e excessivamente confiante na sua arte, não se adivinha que Jane encobre um passado doloroso. Se quiserem conhecer o eterno Patrick Jane, maravilhosamente interpretado pelo ator Simon Baker, e aprender alguns mind tricks vejam «The Mentalist». Garanto-vos que vão criar uma empatia imediata com as personagens e com as suas histórias. Custou-me muito fazer o luto desta série. Um dia, irei revê-la. 

O que aprendi com a personagem Patrick Jane?
  1. Os videntes não existem. Existem bons observadores e bons charlatães.  
  2. Inspirar e expirar tranquilamente. Quando inspiramos, projetamos na mente o número 1. Quando expiramos, pensamos no número 2. Com este truque, podemos superar a dificuldade em adormecer.
  3. A vingança corrói. 
  4. «Someplace nice» = Grand Canyon.
  5. Um Citroen DS21 é sempre uma ótima escolha. 
  6. Num fato de homem, o colete é fundamental.
  7. «Tea? It’s like a hug in a cup!».

Para vos aguçar a curiosidade, fica uma das cenas da primeira temporada! 
P.s. Coloquem-se na pele da agente Teresa Lisbon e sigam as indicações do nosso mentalista ;)




Escrito por Susana Ferreira.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Eu como Pessoa

Quando me dizem que não conseguem perceber a poesia de Fernando Pessoa, não me espanto, nem me escandalizo. Na verdade, aqueles que não se identificam, não se reveem, jamais compreenderão o espólio pessoano. E mal sabem eles a sorte que têm!
Preso à infância, fase que condensa a felicidade que não mais alcançou, recorda para sempre o “sino da (…) aldeia”, onde cada balada vibra num passado inalcançável. 
Poeta singular, que se desdobra em bizarras figuras. Alberto Caeiro, o guardador de rebanhos, contempla a Natureza sem a questionar; Ricardo Reis, o epicurista triste, que por receio de viver, nunca viveu realmente; Álvaro de Campos, o argonauta das sensações verdadeiras, capaz de «sentir tudo de todas as maneiras».
Numa racionalidade latejante, vive dolorosamente porque pensa. (Literalmente, deveríamos deduzir que à exceção dos seres irracionais, todos nós tal como Pessoa sofremos, afinal somos criaturas pensantes. Contudo, o esforço para aqueles que não se reconheçam nas palavras do poeta, e consequentemente não as entendem, terá de ser maior.) O sentido do ato vai mais longe, Fernando Pessoa sofre porque questiona, procura explicações, prevê fracassos e inventa medos. Ele inveja a “Ceifeira”, a mulher que vive de forma humilde, mas afasta a tristeza cantando. Assim é feliz, porque não “pensa”, ou seja, não tenta compreender a sua condição. Não desanima nem culpa a si ou aos outros pela sua situação. Também em “Gato que brincas na rua”, o poeta confirma a sua cobiça por quem é feliz “porque é assim”. 
Aos receosos e aos desiludidos, desafio que descubram e redescubram a poesia pessoana, respetivamente. Se porventura, aquando da leitura virem o vosso reflexo, não se alarmem, saibam que é do caos que os génios são feitos. 



Escrito por Mariana Pinto

sábado, 5 de dezembro de 2015

«As lágrimas secam sozinhas»

Amy revela-nos a princípio a criança desembaraçada e culpada pela tentação que é a comida. A relação extraconjugal do pai representou o momento mais doloroso da sua vida, o qual marcou também a sua música: “Understand once he was a family man/ So surely I would never, ever go through it first hand/ Emulate all the shit my mother hated.” (What it is about men?).
Sempre tendo a música como paixão, foi descoberta e desde logo descrita como “uma alma antiga num corpo jovem”.
Num evento casual, conhece aquele que foi o seu amor de perdição. Uma união intocável, onde os dois experimentam as diversas sensações advindas de substâncias elícitas e atingem os limites. Mas a verdade é que Blake mantinha uma relação anterior, e não era só o homem dela, “We only said goodbye with words/ I died a hundred times/You go back to her/ And I go back to/ I go back to us” (Back to Black).
Contudo, era nele que encontrava o seu reflexo, e quando caíram no fundo, juntos tentaram reerguer-se. Falhou, porque na saída voltaram ao que realmente os tornava vivos. Nesta altura, aquela que era classificada como a nova promessa do soul, vê o seu sucesso musical ser trocado por estampas de revistas e vídeos que revelam o seu estado decadente.
Depois do marido ser detido, ela refugia-se cada vez mais naqueles que se tornaram os seus escapes.
Nomeada em 2008 para o Grammy de artista revelação, sobe ao palco para cantar e no final é anunciado que é a vencedora. Surpreendida pela vitória e emocionada pelo emissor ser Tony Bennett, mais tarde confidencia a uma amiga: “Isto sem as drogas não tem tanta graça.” (a afirmação não é literal).
De volta ao estúdio, é altura de gravar “Rehab”, que a lança de novo para a ribalta. Decidida a recuperar-se, recolhe-se e tenta aproveitar a vida longe dos holofotes.
Um dia, liga para uma das amigas de infância, aquelas com quem tinha perdido contacto devido à instabilidade que foi o seu percurso, e diz que quer encontrar-se com ela, retomar a amizade, pede desculpa. Três dias depois é encontrada morta na sua casa, com um nível de álcool no sangue demasiado elevado para o organismo de um ser humano.
A sua música foi o mais fiel diário, e quem sabe se antes de o compor já o destino o havia cantado? O que de melhor fez ficou, depois do luto, “as lágrimas secam sozinhas”.

Convido-vos a ver. A seguir, partilhem opiniões comigo/connosco!


Escrito por Mariana Pinto


Fonte: http://www.billboard.com/files/media/amy_web.jpg

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Mostrem-nos os vossos cantos !

O que escrevem ou desenham enquanto ouvem o professor? Ou enquanto estão numa reunião esgotante? E numa longa chamada telefónica? Vá lá! Confessem! Mostrem-nos os vossos cantos superiores direitos!

Aqui vão alguns exemplos!



«Este casal maravilha surgiu numa aula de literatura portuguesa, estávamos na fase dos heterónimos de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos e o sensacionismo. Eu e Álvaro de Campos temos coisas muito parecidas.» 

Ana Luísa Pereira.



Ana Luísa Pereira.




«Estes desenhos surgiram no decorrer de algumas aulas... na faculdade. Por vezes, ter uma caneta na mão é como ter um cigarro.»

Susana Ferreira.






«Estes desenhos também foram elaborados durante algumas aulas na faculdade. Desenhar pode fazer-nos esquecer do cansaço».

Rita Lopes.




«Quando tento decorar o meu caderno, e pela milésima vez percebo o meu talento INATO para o desenho. »

Mariana Pinto.

(Errata: Amy WINEHOUSE)





«Uma das grandes descobertas da minha vida.»

Mariana Pinto.







«Quando cinco minutos parecem cinco horas...»

Joana Ferreira.



«Tu ouves Justin Bieber? Por favor!»

Pronto. Eu admito. Apesar de ainda não termos uma ligação afetiva sólida que me permita desvendar os meus guilty pleasures, confesso que, eventualmente, poderei vir a ser uma B-E-L-I-E-B-E-R (silêncio e grilos)! 
Lembro-me de a minha irmã ter afixado, no quarto, um poster do Justin Bieber. Lá estava o jovem, junto a uma piscina de golfinhos, com um sorriso forçado e um olhar inocente e encandeado pelo sol. Ainda que não concordasse com a sua fase de rebeldia gratuita, nunca fui hater do Bieber. Reconhecia-lhe o potencial. 
O lançamento do seu mais recente trabalho comprova as minhas suspeitas. Desta vez, Bieber põe de lado as fantasias e os dramas artificiais de um adolescente popstar e opta pela verdade: fala-nos de temas reais, para pessoas reais. Vá lá! Sem preconceitos, pesquisem no YouTube as músicas “Sorry” e “Love Yourself”! Não escondam! Já sei que estão a ouvi-las em loop!! 
Escrito por Susana Ferreira.


Concordo contigo Susana. Penso que a maioria das pessoas se agarrou muito à canção "Baby" e às suas ações enquanto consequências da fama num adolescente. O que se trata aqui é de evolução. Como seria lógico e esperável. A partir do momento em que vi a “What do you mean?” percebi logo que vinha aí coisa boa. Óbvio que fiquei surpreendida comigo mesma por saber uma música do Bieber de cor e salteado e muitas são as bocas que levo por esse facto: "Tu ouves Justin Bieber? Por favor!", ao que eu respondo: “Eu oiço música. Boa música. Do Justin Bieber, da Beyoncé, do santo padre da aldeia se ele fizer uma música excelente”. E ver e ouvir o álbum em sequência só confirmou as minhas expetativas: muita qualidade musical em todas as faixas, acompanhada de videoclips com mais qualidade ainda! E como disseste, Susana, o facto de ele ter aliado isso a temas reais com pessoas reais... é só a cereja no topo do bolo. As pessoas reconhecem-se. Identificam-se. E a música fica-lhes no ouvido e torna-se um escape para dias difíceis. É nítido o seu propósito.

Escrito por Sónia Dias.

E vocês? O que acham deste novo trabalho do Justin Bieber?